“A perda é um dado antropológico universal:

desde o nascimento, irremediavelmente e sem esperança de domestica-la, todo ser humano faz dela sua companhia obrigatória, abandonando sucessivamente a juventude, a saúde, os amigos, os pais, os amores, as ilusões e ambições, antes de perder a si próprio.”

CANDAU, Jöel , em  Memória e identidade – p. 189.

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