A gente morre todos os dias. Mas se esquece e levanta

A gente morre todos os dias. Mas se esquece e levanta

As nossas diferentes mortes do “todo dia”…
‘Muita gente morre de silêncio. Não joga para fora as fecundas cirandas do coração. Morre de ódio, de inveja. E finge que estes sentimentos, tão descivilizados e deselegantes, pertencem somente aos outros. De soberba, arrogância e interjeições também se morre. E ainda quem deixa a paixão morrer no sexo e faz amor sem prazer. Como quem come uma sobremesa de nariz entupido.’

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